Segundo estudo, ter animais de estimação retarda a perda de memória

Estudos anteriores já constataram que o vínculo com pets pode trazer benefícios à saúde dos tutores, como diminuir a pressão arterial e o estresse.

Esse novo levantamento mostra que ter animais de estimação também pode retardar a perda da memória e proteger contra declínios cognitivos.

Conforme a pesquisa, idosos com pets apresentaram declínio cognitivo mais lento em comparação com idosos que não têm pets. Os benefícios foram ainda maiores entre os que possuíam animais há cinco anos ou mais.

Realizado na Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, o trabalho analisou dados cognitivos de 1.369 idosos com idade média de 65 anos. Deles, 53% possuíam animais de estimação e 32% eram tutores há mais de cinco anos.

Cães e gatos foram os pets mais frequentes; também haviam coelhos, hamsters, pássaros, peixes e répteis.

Como parte da investigação, os idosos realizaram testes de subtração, contagem numérica e recordação de palavras e foram acompanhados durante seis anos.

Espanha passa a considerar animais de estimação como membros da família

O congresso espanhol aprovou uma medida que retira os pets do estatuto jurídico dos bens materiais e os coloca na posição de “seres vivos dotados de sensibilidade”. Com a mudança, os animais deixam de ser classificados como coisas e passam a ter um status de membro da família.

Outras regras em relação a abandono, supervisão, registro e castração dos animais ainda estão em tramitação no país.

Abaixo, confira algumas medidas determinadas pela nova lei.

1. Cuidado de acordo com a espécie

O tutor deve garantir o bem-estar do animal conforme as características de cada espécie.

2. Divórcio

Em caso de divórcio ou separação dos tutores, a guarda deve ficar com um dos indivíduos ou, se houver acordo, pode ser compartilhada entre os dois. Em caso de disputa, a decisão caberá ao juiz. Também poderão ser determinadas as responsabilidades financeiras de cada tutor.

3. Violência familiar

Animais de estimação não podem ser usados como ferramenta de violência doméstica, sofrer maus-tratos ou ameaças para atingir ou controlar o cônjuge ou os filhos.

4. Inadimplência

Uma mudança no código civil coloca que animais não podem ser embargados como um bem em casos de inadimplência.

5. Animais perdidos

Quem encontrar um animal perdido deverá devolvê-lo ao tutor ou responsável e poderá reclamar os gastos com tratamentos ou cuidados com o pet. A determinação muda caso hajam indícios de maus-tratos ou abandono e, nesses casos, as autoridades competentes devem ser contatadas.

Quer descobrir qual é o pet mais indicado para sua rotina e objetivos?

Você já se perguntou qual é o animal de estimação ideal para você e sua família? Pensar no espaço e tempo disponíveis, bem como na sua rotina e prioridades, pode ajudar a resolver essa questão. Veja abaixo algumas sugestões.

  1. Conheça seus motivos

Entender se você quer uma companhia ou um hobby pode dar indícios do pet mais adequado. Peixes, por exemplo, exigem disciplina e dedicação na manutenção do aquário.

2. Reflita sobre o espaço

Locais muito pequenos podem ser difíceis para diversos animais, mas algumas espécies exigem atenção a outros pontos: enquanto pássaros não devem ficar em locais com correntes de vento, as chinchilas precisam de temperaturas inferiores a 30°C.

3. Possibilidade de alterar a rotina

No dia a dia, cachorros precisam de passeios, brincadeiras e horários fixos de alimentação. Cada pet vai ter suas necessidades específicas e o tutor precisa estar disposto e ter a possibilidade de atendê-las.

4. Período fora de casa

O tempo que o pet vai ficar sozinho é um aspecto importante a considerar. Roedores são mais independentes e se adaptam melhor a uma família que passa muitas horas fora de casa.

5. Faça pesquisas

Para evitar surpresas, é interessante pesquisar sobre as características e necessidades do pet antes de fazer a sua escolha. Temperamento, gasto de energia recomendado, vacinas, tipos e preços de ração são aspectos a serem averiguados.

6. Férias e viagens

Pensar no local ou quem vai cuidar do pet quando você se ausentar, seja por viagens programadas ou eventuais necessidades, é uma atitude responsável.

Pesquisa revela a percepção de professores e responsáveis sobre o papel do pet no desempenho escolar

A pesquisa inédita foi realizada pela Mars Petcare no Brasil, que ouviu as percepções de professores, pais e responsáveis por crianças e adolescentes entre 5 e 17 anos sobre os benefícios potenciais dos animais de estimação durante o período de isolamento e o impacto no desenvolvimento escolar.

O resultado é de aquecer ainda mais o coração com o papel desses bichinhos nas nossas vidas. Você pode conferir abaixo.

Entre os professores:

  • 79% notam que os alunos se sentem menos estressados na sala de aula virtual quando o pet está por perto.
  • 83% acreditam que a interação com o pet é importante para reduzir a ansiedade.
  • 87% acham que ter um animal de estimação em casa ajuda as crianças a se sentirem menos solitárias.
  • 82% dizem que ver o pet dos alunos os ajuda a criar laços com as crianças.

Entre pais e responsáveis:

  • 77% percebem que a criança se sente mais motivada para a aula quando o animal de estimação está por perto.
  • 68% afirmam que a interação com o pet ajuda a criança a se relacionar com os colegas.
  • 73% acreditam que a interação com os pets beneficia a saúde mental das crianças.
  • 88% concordam que o animal de estimação ajuda a criança a sentir menos sozinha.

Saúde emocional dos cães: possíveis causas de transtornos e sinais de alerta

Algumas situações podem representar desafios para os pets e desencadear respostas emocionais. Caso você e sua família estejam vivenciando algum dos eventos listados abaixo, fique atento a possíveis mudanças no comportamento do seu bichinho. Os sinais de alertas estão relacionados no final do post. Se sentir necessidade, procure a orientação de um veterinário.

Tédio: ficar muito tempo sozinho, em isolamento e com pouco espaço para circular, é uma das razões mais frequentes de ansiedade, depressão e agressividade em cães.

Mudança repentina de ambiente: mudanças de casa ou de espaços de convivência alteram a rotina e a previsibilidade com a qual o pet está habituado.

Perder seu dono: uma morte na família afeta a todos, inclusive os cães. É importante ficar atento aos sinais demonstrados pelo pet.

Novos membros na família: assim como ocorre com as crianças, os animais podem ser afetados pela chegada de um bebê ou de um novo pet. A sensação de perda de espaço e os impactos na rotina podem gerar uma série de emoções e mudanças de comportamento.

Alguns sinais podem dar indícios de que há sofrimento emocional, o que pode comprometer o bem-estar, a qualidade de vida e a saúde física dos pets. Fique atento aos seguintes comportamentos:

– Perda de apetite;

– Inatividade incomum;

– Comportamentos destrutivos quando são deixados sozinhos em casa;

– Tentativas de escapar ou de se esconder;

– Comportamento histérico;

– Aparenta estar nervoso, deprimido ou com medo;

– Fica incomodado ou se sente ameaçado com facilidade;

– Não manifesta curiosidade;

– Reage com exagero ao toque ou a ruídos.

Já atravessou situações assim com seu animal de estimação? Quais comportamentos ele apresentou?